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AGAL AGAL e Futuro: Maria Gômez, estudante chairega em Compostela
Segunda, 24 Outubro 2005 (6:30)

Maria Gômez por Raquel Miragaia

Mais uma entrevista da série AGAL e Futuro. Hoje falamos com Maria Gômez estudante em Compostela, fai o terceiro ano de Filologia Portuguesa nesta cidade à que chegou aos 18 anos desde o seu Castro Ribeiras de Lea natal. Ali fijo os seus estudos de ensino médio, e tivo os seus primeiros contactos com o reintegracionismo. Deste tema e doutros semelhantes falamos com ela nesta entrevista.

Sobre os seus primeiros contactos com o galego Maria fala dumha infância galegofalante e dumha consciência linguística progressiva até chegar ao posicionamento reintegracionista.

A Chaira ainda é presumivelmente galegofalante, tal e como andam as cousas. Toda a minha família falou sempre em galego e eu sempre o falei também apesar de receber o ensino primário quase integramente em castelhano. Só havia umha pessoa na minha família que tinha consciência lingüística (pode-se dizer) e que vivia o reintegracionismo desde havia tempo e graças à qual na minha casa sempre se defendeu a língua embora nom houvesse umha enorme consciência a respeito do tema. Na casa nunca me falárom do castelhano como «língua culta» sobre o galego, mas na escola, de algumha forma faziam-mo ver assi.[+...]

A diglosia desapareceu da minha cabeça aos 15 anos mais ou menos. Até aquele momento pode-se dizer que me dava um pouco igual, e ao ter aulas com um professor de língua galega seguro de si mesmo, que nom vacilava quanto à língua, diria que algo chamou na porta da minha cabeça e começárom as minhas inquedanças. Em 2º de Bacharelato queria usar a ortografia da AGAL mas nom sabia por onde começar; afinal comecei por eliminar dos apontamentos o ñ, ll; usando a terminaçom –vel; separando os pronomes; acentuando bem na medida em que sabia... eram mudanças mínimas mas era o começo.

Nom foi até o primeiro ano de faculdade que mudei radicalmente na primeira semana. No ano anterior tinham-me regalado o Prontuário da AGAL e o Estudo Crítico, que me ajudárom bastante. Nos primeiros meses precisei ajuda externa para entregar os trabalhos sem gralhas, aliás, tenho que dizer que foi importantíssima a ajuda do Ángelo Meraio (meu companheiro de aulas), que ainda sendo maçador por vezes, era como um corrector linguístico com pés e dava-nos «canha» a todas/os as/os suas/seus companheiras/os.


Mesmo assim, ainda se passou algum tempo até que pudesse dizer que o seu posicionamento era claro.

De algumha forma o Reintegracionismo sempre me rodeou, recordo que lhe chamava de pequena «o galego de verdade». A língua escrita com a norma da AGAL passava-me por diante dos olhos nas dedicatórias de alguns livros mas nom me perguntava por que era diferente ao que eu escrevia...

Quando soubem realmente que era a AGAL, foi por volta do ano 2000 mas nom concordei com os seus objectivos num primeiro contacto, depois passei umha fase em que gostei e incluso tivem intençom de associar-me (isto por volta de 2002) e quando já tinha decidido estudar português, estava imersa numha espécie de «agnosticismo» face ao reintegracionismo lingüístico. Por que ia estudar português entom? A minha intençom era fazer Filologia Galega mas aconselhárom-me no seu momento que se isso era o que queria que devia fazer português, porque ia satisfazer as minhas ânsias e o que eu buscava nom estava na filologia «galega» de hoje.

Em 2003 era totalmente reintegracionista.


Também o seu contacto com a AGAL passa por diferentes fases, apesar de sentir-se perto da Associaçom polos seus posicionamentos, duvida durante um tempo sobre a necessidade de fazer-se sócia. Mas, finalmente, decide-se neste ano.

Em 2005 (neste ano, pois) decidim entrar na AGAL, já o tinha pensado em 2002 mas afinal botei-me para atrás porque nom estava segura e nom queria cair no cinismo.

Entrei na AGAL para participar dos seus projectos, porque confio muito neste seu projecto e porque é o caminho que defendo e polo qual quero caminhar.

Eu associei-me porque temos que ser ainda muitas mais e trabalhar para que se conheça esta opçom (que é mais do que umha opçom). Porque o rejeitamento que hai é na maioria dos casos falta de conhecimento ou conhecimento errado ou manipulado – que é pior – mas é isso e sei-no porque passei essa etapa antes de aderir-me definitivamente ao Reintegracionismo.


O apelo a esse rejeitamento interessa também porque parece que é uma visom habitual. Aponta Maria qual foi o seu caso particular que pode dar-se em mais ocasions.

O desconhecimento era o que me fazia pensar impossível a aplicaçom desta ortografia ou qualquer outra que se lhe parecesse. Em todo ensino primário e médio nom se pom em debate, nem se explica esta problemática. Para começar é algo que nom se trata nas aulas e no caso afortunado de ver algo seria mais ou menos o que vim eu em 2º de Bacharelato: o epígrafe do livro era «A problemática reintegracionista», e quase lembro hoje exactamente o que dizia: «trata-se de um reduzido grupo de intelectuais mas com importante peso académico... » e vai parando... Em ocasions também se trata de preguiça, já que é mais fácil aderir à norma chamada «oficial» que supom menos esforço. Eu agora vejo-o doutra maneira, sei que nom hai que ser nengum especialista em língua nem nada polo estilo, simplesmente ter vontade de mudar a situaçom lingüística da Galiza.


Folha de inscriçom na Associaçom Galega da Língua

Mais entrevistas da série AGAL e Futuro:

+ Francisco Campos, professor de Inglês em Ponte Vedra
+ Concha Rousia, psicoterapeuta em Briom (Compostela)
+ Margarida Santos, engenheira metalúrgica em Lisboa
+ José Manuel G. Ribeira, professor de Liceu na Baixa Límia
+ Sabela Agrelo, estudante de Bacharelato no Salnês
+ Joám Lombardero, administrativo em Vigo
+ Sílvia Ribas, cozinheira do Hospital Comarcal de Valdeorras
+ Rosa Lamas, bibliotecária no Museu de Ribadávia



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Re: AGAL e Futuro: Maria Gômez, estudante chairega em Compostela (Pontuaçom: 1)
por Somoza (xavi@agal-gz.org) em Segunda, 24 Outubro 2005 (10:01)
(Informações do(a) Usuário(a) | Enviar a Mensagem) http://mariacastanha.agal-gz.org
Olá Maria! A próxima vez que coincidamos a ver se nos saudamos ;)

Concordo contigo no do desconhecimento. Penso que é importante que o reintegracionismo seja cada vez mais visível, polo menos para que a gente saiba da sua existência. Lembro umha vez, antes de ser eu reintegracionista, num foro da internet ler-lhe a alguém que o que havia que fazer com o galego era aplicar a norma portuguesa, e eu pensava "que loucuras diz este!" xD



Gente chairega... com muito orgulho de Ser! (Pontuaçom: 1)
por Bernardo em Segunda, 24 Outubro 2005 (12:34)
(Informações do(a) Usuário(a) | Enviar a Mensagem)
Diz Maria:
"A Chaira ainda é presumivelmente galegofalante. Toda a minha família falou sempre em galego e eu sempre o falei também apesar de receber o ensino primário quase integramente em castelhano. (...) Na casa nunca me falárom do castelhano como «língua culta» sobre o galego"

Temos aqui no PGL a entrevista a Héctor Canto e os comentários de Gerardo Uz... e eu observo em todos os eles (comentários e entrevistas) a mesma incidência nessa fidelidade à cultura tradicional (ao idioma e também a outras manifestaçons culturais).
Coincidem também nessa apreciaçom os ensinantes que trabalham em toda essa comarca.



Re: AGAL e Futuro: Maria Gômez, estudante chairega em Compostela (Pontuaçom: 1)
por Paco em Segunda, 24 Outubro 2005 (18:19)
(Informações do(a) Usuário(a) | Enviar a Mensagem)
Bem-vinda à associaçom, Maria Gômez. O trabalho desinteressado em proveito da comunidade é umha das tarefas que mais nos enobrecem. Oxalá haja cada vez mais guardiáns e guardiás no centeio como tu. Sabe que tens um companheiro e amigo em Ponte Vedra para o que puderes precisar. Primeiro, termina os teus estudos e mira polo teu trabalho mas procura manter-te vinculada à associaçom mediante pessoas e projectos. Fico muito contente de que tenhamos umha companheira mais na AGAL. Até já.



Re: AGAL e Futuro: Maria Gômez, estudante chairega em Compostela (Pontuaçom: 1)
por Meraio em Quinta, 27 Outubro 2005 (16:52)
(Informações do(a) Usuário(a) | Enviar a Mensagem)
asssim que "sendo maçador por vezes"?? ehehehe...
Reconheço que é verdade, mas nem tam importante! Quero dizer que a Maria é aliás, umha excelente colega de aulas pronta para ajudar ao resto em qualquer momento, o resto que somos essa promoçom de Filologia Portuguesa do 2003 de 5 pessoas das quais 3 andamos por terras lusitanas.
De Lx um forte abraço para esta colega, companheira e amiga que apesar da sua juventude tem as cousas muito claras a respeito da defesa da nossa língua.
Parabéns pola entrevista e a continuar assim!
Ângelo Meraio


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