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Source:  http://www.comumonline.com/index.php?option=com_content&task=view&id=494&Itemid=71
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por Rui Passos Rocha

Já fomos revista, desaparecemos e voltámos recentemente na Internet. Há dois anos, a completar amanhã, mais precisamente. Por muitos mais nos queremos manter. Sem interrupções pelo meio. Sem quebras de produção. Com objectivos bem delineados na mente... e no papel, para onde vamos. Adiante. Sem pontos finais aborrecedores a pausar indefinidamente os bons resultados dos dias.

COMUM foi nome de revista, surgida no longínquo ano de 1994. Comum Online foi a nossa identidade de Dezembro de 2005 a Outubro do presente ano. ComUM é como nos apresentamos agora. As reformulações desenrolam-se ao sabor de reestruturações internas, tão rápidas quanto a passagem dos anos académicos dos seus membros. Sim, porque o ComUM nasceu nas mãos das melhores parteiras - porque os bons exemplos deixam rasto - e foi criado por aqueles a quem elas o confiaram.
 
Não somos dirigidos por uma qualquer dinastia imperecível, até porque para isso seria necessária uma qualquer mina pela qual valesse a pena privar os outros. Promovemos a concorrência, no bom sentido (que outro sentido há a dar-lhe quando partem todos de um mesmo ponto?), pois todos cá estamos para o mesmo: aprender. Sozinhos, à medida que vamos aprendendo a caminhar, e em conjunto. Porque é isso que gera coesão.
 
Movem-nos o altruísmo e o 'combustível' natural de quem é novo nestas andanças - e nelas sabe que se quer manter por muito tempo. Movem-nos também ensinamentos directos ou indirectos daqueles que esboçaram independência informativa para esta academia. Move-nos, por fim, a observância do agrilhoamento noutras paragens. Sem binóculos.
 
Em papel de guardanapo. Foi aí que o Comum Online surgiu em finais de 2005. Hoje, a um dia dos dois anos de existência, preparamo-nos para brevemente começar também a escrever em papel de jornal, esse sim mais perecível do que o desborrado espaço da Internet. Quer sejamos bem ou mal sucedidos, esperamos que algures no futuro a alguém ocorra pensar (e quiçá escrever um editorial sobre isso) que houve um grupo de pessoas que demonstrou que a vontade férrea é mais que meio caminho andado.
 
É esse sentimento que nos assalta quando imaginamos os planos dos colegas proto-jornalistas de 1994 e de 2005. Esses que nos fazem sentir como que dentro da caverna de Platão.




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Comentários (31) >>
Caro 'Volata para o ano 2050'
escrito por Rui Vale, 28/12/2007

Claro que pode. Não é recomendável numa discussão, mas é compreensível neste contexto. Quando não se tem razão, a melhor forma de não admitir a ignorância é calar as opiniões contrárias.

bai e nao boltes
escrito por Volata para o ano 2050, 28/12/2007

ó Rui só dizes merda.
Cala-te!

(Não sei se se pode mandar calar um cumuna, não sendo monarca.)

O insulto sem rosto é sempre mais fácil
escrito por Rui Vale, 27/12/2007

Mingos, a sua obsessão com os próprios tomates é de registar. Só lamento que não consiga articular uma ideia sem os meter pelo meio. Até agora já os referiu inúmeras vezes mas ainda não teve coragem para revelar o próprio nome. Acredito que tenha uns 'tomates' enormes, mas parece-me que o carácter continua lá muito por baixo.

Quanto aos amigos comunas, lamento desapontá-lo. Não sou estudante de CC e não conheço pessoalmente nenhum redactor ou dirigente do ComUM. Mas, caso tivesse algo a apontar-lhes, não estaria a esconder-me por detrás de um nickname descartável.

Mas compreendo a opção. A crítica e o enxovalhamento fazem-se melhor quando sem a responsabilidade de uma assinatura. Infelizmente, há-de chegar o tempo em que até o Mingos terá de assumir aquilo que diz. Nessa altura, espero que tenha mais 'tomates' como jornalista do que está a ter como comentador smilies/wink.gif

um grande abraço

Rui Vale
escrito por mingos peto, 27/12/2007

1.Amigo rui os meus tomates estarão sempre à sua disposição para o satisfazer.

2.Se a mim me falta carácter, a ti deve faltar-te qualquer coisa mais, visto que deves precisar dos meus tomates pois até falaste neles para tagarelar sobre o meu carácter.

3.Ao contrário de ti, dirigi-me a ti pessoalmente quando tratei de algo e não fui buscar os outros amigos comunas para me defenderem neste site.

4.Se os meus colegas de Curso gostam ou não de mim isso já é com eles e não contigo. Aliás estou a adorar este bate-papo contigo. Assim também desabafas.

5.Continuo a dizer que o teu português me fascina. Deve ser tão belo escrever no Comum com um dicionário a teu lado…como os jardins de Vila do Conde.

6.Espero que no teu Natal o Pão de ló não tenha sido escravo do teu desejo a pensar nos meus tomates.


...
escrito por Roland, 27/12/2007

Muito sensato, patrão.

...
escrito por Rui Passos Rocha, 27/12/2007

«Critique o jornal (que não é meu) à vontade»
A menos que esteja também ele a recorrer ao anonimato, Rui Vale não é colaborador do ComUM.
Contrariamente, Mingos Peto é - a não ser que eu esteja redondamente enganado - um antigo redactor do ComUM, que entretanto saiu da equipa (confesso que desconheço os motivos).

«No que toca a liberdade, o Comum não tem muito que aprender»
Desde que foi fundado em finais de 2005, o ComUM crê que é mais propícia ao debate de ideias a abertura total das caixas de comentários; essa liberdade garantida aos leitores não inclui a edição ou eliminação de comentários por parte da administração do jornal. Ao invés, abre a porta a comentários construtiva ou destrutivamente críticos. No entanto, continuamos a achar que a opção que tomámos é a melhor.

Mingos Peto: Tem toda a legitimidade para criticar o nosso trabalho. Há aspectos em que temos, certamente, de melhorar. Para isso tem em suas mãos três possibilidades: escrever comentários, usar os contactos de e-mail para isso destinados (ver Ficha Técnica) ou juntar-se a nós, visto que é aluno de Ciências da Comunicação.

ó zé manel de baixo
escrito por caputa, 27/12/2007

gosto da tua luta mas nao vales um feijão.
O facto de ele te deixar escrever na parede do quarto não significa existir liberdade. No máximo permissividade.
Julgo que o senhor mingos (se calhar não é anónimo pois deriva de Domingos) se refere a um pouco mais de humildade por parte do jornal e, nos casos precisos, a correcção do erro.
Atacar de facto não vale mas é um tonhó tao pacovio ó rui vale.

Mingos Peto
escrito por Rui Vale, 26/12/2007

1. Atacar como resposta, muito bem. Isso é que é categoria. Os seus amigos de CS devem estar muito felizes por partilharem um curso com tão distinto personagem.

2.Pode chamar burro como uma porta à vontade. Não ganha mais razão com isso, mas compreendo que seja do melhor argumento que consegue arranjar. smilies/wink.gif

3. Critique o jornal (que não é meu) à vontade. É fácil. É feito por alunos, não deve ser difícil encontrar erros. Mais difícil é fazer melhor. Parece-me que o Mingos tem grande facilidade em criticar mas no que toca ao segundo ponto, é uma nulidade. Daí me parecer que as suas críticas manifestam a dor de um sentimento de impotência.

4. Parece-me que, no que toca a liberdade, o Comum não tem muito que aprender. Repare que até lhe dão tempo de antena para achincalhar o jornal. Quantos jornais nacionais permitiriam o mesmo? (partindo do princípio de que o Mingos lê jornais). Já agora, o Mingos estaria na disponibilidade de conceder uma parede do seu quarto para eu escrever poesia satírica acerca da sua pessoa? Se disser que sim, aceito que o mingos é pelo menos tão liberal como o Comum.

PS- É de uma cobardia ígnara alguém usar o anonimato descartável para maldizer os colegas à vontade. Acho que a sua crítica só ganharia força se revelasse a identidade. Era uma demonstração de coragem e um mínimo de respeito para com a direcção do jornal, que também faz o seu trabalho sem recorrer a nick-names. Até lá, parece-me que o Mingos Peto vai continuar a ser visto como um anónimo ressabiado que nem para mostrar a cara tem tomates. Espero que o Natal lhe tenha trazido muitas prendas e, já agora, um carácter - que muita falta lhe faz smilies/wink.gif



15 a zero
escrito por caputa, 26/12/2007

óóó
mingos peto alé
mingos peto alé
mingos peto alé

mingos peto alé

Que cabazada ó comunas e pseudo

Rui vale...
escrito por mingos peto, 26/12/2007

Caro amigo do bacalhau, vulgo Saul, nunca me vou envergonhar de enfrentar o que quer que seja pois na minha terra diz-se que quem tem medo compra um cão e eu para enfrentar quem quer que seja muito menos tu que só dizes palha!
Quanto ao rui vale quero dar-lhe os parabéns pela magnífica escrita que o seu tão humilde e singelo comentário possui. 1)o seres frustrado é uma simples resposta ao ressabiamento a que a minha pessoa foi atingida. 2) Antes de te armares em homem que sabe de tudo porque tens muitos apoiantes vou-te dar umas dicas. Ou não percebes ou sou tentado a chamar-te burro como uma porta. Mais uma vez (não é a primeira e nem deve ser a última porque enfim…) digo-te: critico o teu jornal porque sou aluno da UM e também de CS! Percebes a diferença??? TAMBÉM! Já te tinha dito isto amigo mas pronto tu és o que és. 3) Já dizia Di Stéfano: “nunca tantos estiveram contra um só”. Porém, quem gosta de liberdade (desculpem se vos atinjo com esta palavra) critica e não anda aqui com paleios como vocês. Amigo Rui uma ultima nota: mais trabalho, mais competência e quanto a ti estou sempre disponível para um bate-papo porque o teu português é muito bonito... como os jardins de Vila do Conde.


Gosto da tua noção de humilidade. Mas gosto mais ainda de tua superioridade. Daí de cima, do monte do jornalismo, vejo os pobres e os oprimidos. és tão cao.
escrito por vai tomar no cú, 26/12/2007

É evidente que, sendo um jornal de estudantes, o produto nunca será perfeito. Mas penso que ninguém aspira a isso. O que a criançada quer é praticar e, na medida do possível, fazer uma coisa que não envergonhe. Parece-me que estão a conseguir e que o mingos não. A prova disso é que o mingos já dedicou ao ComUM uns 20 comentários e o ComUM ainda não dedicou ao mingos um único editorial. Como é ser-se pequenino e ressabiado?


hihihi
escrito por saúl pereira, 23/12/2007

ó mingos peto, você já levou tanto e continua a querer humilhar-se publicamente? vai tomar banho pá, se estivesses a assinar com o nome próprio na próxima semana não tinhas coragem de ir pras aulas depois de tanto enxovalhamento ahah

mingos peto...
escrito por rui vale, 21/12/2007

Amigo mingos, repito a pergunta: de onde é que o meu amigo me conhece para dizer que sou «pseudo-intelectual frustrado»? É por não abusar dos pontos de exclamação? Por saber escrever? Se calhar até sou um empresário de sucesso e o mingos não sabe. Está a ver como não é inteligente adjectivar sem conhecimento de causa?

Quanto à frustração, parece-me que é o mingos que dela padece. Até agora já lhe vi críticas, insultos e aviltamentos. Tendo em conta que é aluno do curso, que não quer participar e que, pelo que sei, não faz melhor, só posso interpretar todo o despautério como um ressabiamento enorme. O mingos não consegue, então ataca quem consegue. Como os meninos da primária.

Já agora, claro que tem direito a criticar o jornal. Mas não é por ser de CS. É por haver liberdade de expressão. Percebe a diferença?

É evidente que, sendo um jornal de estudantes, o produto nunca será perfeito. Mas penso que ninguém aspira a isso. O que a criançada quer é praticar e, na medida do possível, fazer uma coisa que não envergonhe. Parece-me que estão a conseguir e que o mingos não. A prova disso é que o mingos já dedicou ao ComUM uns 20 comentários e o ComUM ainda não dedicou ao mingos um único editorial. Como é ser-se pequenino e ressabiado? smilies/smiley.gif

Post scriptum: vá, venha mais um eloquente comentário cheio de fel e dor de cotovelo. Vá, atole-se na ignorância e mostre a inveja que já transborda pelo teclado

smilies/cool.gif

rui vale, o pinóquio da UM
escrito por mingos peto, 21/12/2007

entende uma coisa: eu como aluno de CS e consequentemente da UM tenho o direito de criticar o jornal COMUM k já foi um jornal de qualidade. Tá dito!quanto aos trenguinhos e etc k tt falas eu n falo sbr os cronistas do jornal mas sobre ti e mais nd ou ninguem! o teu problema é seres um intelectual frustrado que ainda não conseguiu editar um livro de contos infantis para sobredotados! não te vou deixar respirar o mofo da tua salinha com papéis banhados com letrinhas. sempre presente para te responder ruizinho...

mingos peto, o ressabiado da UM
escrito por rui vale, 20/12/2007

Mingos, eu acho interessante a maneira como o meu amigo sabe tanto a meu respeito. Supostamente, eu sou um 'trenguinho' que 'usou chupeta a vida toda' e que pensa 'que é superior aos outros'. As palavras são suas, não são minhas. Serão recalcamentos?

Mas vamos a coisas sérias. O mingos tem uma grande dor de cotovelo, não tem? Não quer «perder tempo com trenguinhos», mas passa aqui o dia a comentar, e até dá resposta a quem o interpela. O jornal é uma porcaria, os cronistas não prestam, as notícias são facciosas, blá, blá, blá, blá, mas não há forma de arredar pé. Vem arrastar os seus traumas, lamentar a sua ignorância, maldizer o esforço alheio? Ou vem apenas aprender com quem sabe? smilies/cheesy.gif smilies/cheesy.gif smilies/cheesy.gif

um grande abraço,

rv

rui vale, o poeta da UM
escrito por mingos peto, 20/12/2007

não vou perder mais tempo com trenguinhos como tu que toda a vida usaram chupeta e pensam que são superiores a tudo e a todos. parabéns pela tua bela escrita que tanto orgulho e alegria dá à minha vida.

mingos peto
escrito por rui vale, 18/12/2007

grande mingos peto. tem olhos na cara para criticar o trabalho mas não tem mãozinhas para fazer melhor. é como dizia a minha avó, uns falam (ou escrevem, neste caso - e até bastante mal, pelo que se lê...) e outros fazem. continue assim smilies/wink.gif

para o menino rui vale, o mimadinho
escrito por mingos peto, 18/12/2007

não meu "amigo". não queiras ser burro e não ler aquilo que EU disse que foi: "muita gente corrobora com a minha ideia!!!" Isto para tu veres que não sou eu apenas a pensar assim. Nunca te disse que penso x ou y por causa dos outros ou da maioria. Se axo que vcs fazem mal o vosso trabalho é porque tenho olhos na cara.

A Karoglan
escrito por Rui Passos Rocha, 17/12/2007

Caro leitor,
"Altruísmo" é uma excelente palavra para ilustrar todo o trabalho de bastidores deste jornal. É um trabalho diário, que encurta o dia em algumas horas e sem qualquer tipo de retorno monetário.
Quanto às considerações que tece sobre o pluralismo e a qualidade do jornal, como compreende não me vou pronunciar porque não lhe soaria a imparcialidade.
Também você não me conhece. Ao contrário do que pensa, eu já sou jornalista e trabalho em imprensa extra-UM.
Cumprimentos

O melhor jornal do mundo
escrito por Mladen karoglan, 17/12/2007

"Movem-nos o altruísmo". As palavras são suas. Considera que foram bem empregues? É plural, é honestidade, é tudo o que se quer no jornalismo de referência (como não me conhece, acrescente a ironia). Jovem, ainda é muito tenrinho e já está em lides que não consegue ganhar? É bem intencionado, presumo. " vê pessoas capazes de fazer alguma coisa com um mínimo de qualidade" É um grande balelas que quando estiver a trabalhar vai engolir sapos atrás de sapos e vai esquecer-se da honestidade como referência.


Um bem-haja!
escrito por Sara, 14/12/2007

Sou apenas uma mera leitora, mas pelos comentários que leio vejo que este jornal consegue incomodar e se incomóda é porque é um jornal que se ouve. Parabéns por terem conquistado esta voz e continuem com o excelente trabalho cheio de pluralidade e de conteúdo. Um bem-haja!

ó mingos
escrito por rui vale, 14/12/2007

Mingos, parece-me que o meu amigo não me conhece de lado nenhum para elocubrar acerca da minha dieta alimentar.

E parece-me irrelevante aquilo que a maioria das pessoas dizem acerca dos 'pseudo intelectuais'. Se dissessem que são os maiores o Mingos Peto acaso mudava de opinião? Agora é a maioria que lhe diz como pensar? Parabéns, faço votos de felicidades por essa academica fora. Sigam-se uns aos outros, em fila indiana.

P.S.- Vá, agora chame-me também pseudo intelectual, vá, estou à espera...

rui passos rocha e rui vale
escrito por mingos peto, 14/12/2007

Ouve lá ó rui passos rocha deves pensar que és um rambo? fikei super assustado com as tuas ameaças...ganha juízo rapazolas.

E quanto à minha frustação ó rui vale se tivesses mais atento ao k se passa na academia e não vivesses enfiado numa sala a comer livros saberias que o k eu digo em relação aos pseudo intelectuais muita gente corrobora com esta ideia tanto no curso como na nossa academia. Viva a democracia e viva a critica!!! Coisa que os comunistas (não sei se é essa a vossa ideologia ) não curtem lá muito...

Mundo das imagens
escrito por Rui Passos Rocha, 14/12/2007

Caro Dário, é com grande satisfação que pela primeira vez recebo contacto de um membro da "era de 1994".
Quanto ao que escreveu, concordo consigo que um projecto deste género só sairia engrandecido se mais e mais colegas se juntassem a ele e por ele dessem o que nós damos.
Espero que continuemos a ser motivo de orgulho para si. E, claro, nada nos privará do ar puro que respiramos.

Orgulho
escrito por Dario Silva, 14/12/2007

Orgulho-me de ter sido colaborador das primeiras edições da COMUM.
A certa altura fiquei triste por serem tão poucos os alunos do meu curso disponíveis para assumir compromissos quer com o curso quer consigo próprios.
A COMUM quase desapareceu.
É bom saber que está viva e que se tornou um objecto vivo e contemporâneo do exercício da escrita, de jornalismo e de cidadania.

Continuem... livres... enquanto puderem resistir!

Dario Silva
aluno 18530.

Parabéns
escrito por Rui Afonso, 13/12/2007

Assisti, como sabes, ao ComUM em jornal, em revista, na net. Conheço os criadores e grande maioria dos colaboradores, ao longo de todos estes anos. E estão todos de parabéns por todo o trabalho que tem vindo a ser desenvolvido. Cá estarei para assistir ao próximo passo que, creio, será mais um êxito.
Felicidades e continuação de bom trabalho.

A Mingos Peto
escrito por Rui Passos Rocha, 13/12/2007

Caro colega - porque partilhamos um curso,
O ComUM é um projecto aberto a todos aqueles que, sendo alunos de Ciências da Comunicação, queiram dele fazer parte. Não há, como sabe, qualquer objecção prévia à colaboração, seja ou não ela solicitada por pessoas que nos apelidam de "pseudo-intelectuais".
Teria mais a dizer-lhe, privada ou publicamente (sem paninhos quentes em qualquer das formas), mas o comentador Rui Vale já disse o essencial.
Cumprimentos

Tanta treta
escrito por rui vale, 13/12/2007

Mingos peto, é natural que seja visto assim. até porque, efectivamente, é um jornal de alguns alunos da Universidade do Minho...

Quanto a ser aluno de cs, que posso eu dizer? Pode meter-se no comum e ajudar ao 'trabalho' que tanto exige. Claro que não é o mesmo que ficar de fora a mandar bitaites, não é?

Em relação à treta e aos pseudo-intelectuais, o rótulo é o mingos que o atribui. Nunca vi ninguém outorgar-se tal título. O que me parece é que o mingos está frustrado porque vê pessoas capazes de fazer alguma coisa com um mínimo de qualidade. Que a isso o mingos dê o nome de pseudo-intelectuais, diz muito dos padrões a que está habituado...

béu
escrito por mingos peto, 12/12/2007

Grandes tretas. O Comum é visto assim: Grupo de Alguns Alunos da Universidade do Minho. E eu sou aluno de CS. Vocês são uns pseudo-intlectuais. Mais trabalho e menos TRETA ó Platão.

é, é...
escrito por ..., 12/12/2007

incrível como conseguem fazer um projecto claramente para influenciar toda a universidade e ainda vus chamam de imparciais!! se voces fossem mesmo imparciais nao tinham cronistas que passama a vida a bater na PRÓPRIA ACADEMIA!!!


tenho dito...

força
escrito por p. 'gadinho, 11/12/2007

um abraço honesto. com desejos de felicidades. smilies/kiss.gif

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Editorial

Esta secção é composta por textos que expressam a opinião e a orientação gerais do ComUM; não requer imparcialidade. Aqui escrevem membros da equipa directiva do jornal, que está disponível em "Ficha Técnica".

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