
Save Me
You look like a perfect fit
For a girl in need of a tourniquette
But can you save me?
Come on and save me
If you could save me
From the ranks of the freaks
Who suspect they could never love anyone
'Cause I can tell you know what it's like
A long farewell of the hunger strike
But can you save me?
Come on and save me
If you could save me
From the ranks of the freaks
Who suspect they could never love anyone
It struck me down, a gradient
Like Peter Pan, or Superman
You will come to save me
Come on and save me
If you could save me
From the ranks of the freaks
Who suspect they could never love anyone
Except the freaks
Who suspect they could never love anyone
But the freaks
Who suspect they could never love anyone
Come on and save me
Why don't you save me?
If you could save me
From the ranks of the freaks
Who suspect they could never love anyone
Except the freaks
Who suspect they could never love anyone
Except the freaks
Who could never love anyone.
(Aimee Mann)
Segundo o olhar de Roseane às 11h58
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Definitivamente, meu ritmo não é desse mundo.
Segundo o olhar de Roseane às 23h28
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Receita de doce de banana mais doce que o doce de batata-doce
1 - Fique apaixonadinha. Isso mesmo. Interesse-se por um cara bem meia boca, daqueles que é impossível levar a sério, mas que é uma ótima companhia. 2 - Depois de descobrir e de aceitar o fato de que ele é só uma ótima companhia mesmo, descubra que ele tem verdadeira adoração pela natureza. Uma coisa quase sobre-humana, é daqueles que tem um local para cultivar árvores e plantas e observar os passarinhos que se banham em recipientes especialmente preparados para eles. Uma coisa muito bucólica! 3 - Ganhe bananas especialmente cultivadas. Pode até sentir um pouco de ciúmes porque, claro, ele cuida das bananas como nunca cuidou nem cuidará de você e, pelo jeito, de nenhuma outra mulher. Pode ser outra fruta, claro, mas banana é legal porque dá pra fazer incríveis piadinhas infames. 4 - Espere as bananas amadurecerem. 5 - Compre açúcar. 6 - Descasque, corte e amasse com um garfo as bananas do fulano. Percebeu?, momento da piadinha infame! Ou hora de colocar toda sua raiva contida para fora amassando a banana dele. A-ha! Piadinha estúpida, mas inevitável. 7 - Como você comprou açúcar, é generosa na dose, claro. E como você faz doce de banana uma vez a cada 10 anos, perdeu a mão, claro. 8 - Coloque em uma panela em fogo baixo e mexa o tempo todo. Quando estiver quase pronto, o doce vai querer pular e vai pingar na sua mão, queimando. Seja forte, não chore e continue mexendo rumo a sua meta açucarada. 9 - Lembre da sua infância. De tantos doces que foram feitos pela sua mãe com você na beira do fogão. Lembre da sua avó que não está bem. Mas não vá chorar porque desanda. Momento totalmente Tita, de Como água para chocolate. 10 - Desligue, coloque para esfriar, depois experimente. Ficou doce, muito doce. 11 - Faça seu irmão ficar com água na boca contando pelo Google Talk que fez doce de banana. 12 - Mate-se de tanto comer! Observação: Para ficar mais interessante, viaje muitos quilômetros, de avião, de ônibus, e leve um pouco de doce para seu amável e lombriguento irmãozinho. Vai dar um gostinho bem especial.
Segundo o olhar de Roseane às 16h11
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Cenas
Conversando, rindo e tentando sempre entender a vida, estavam em um mesmo cômodo uma mulher, sua filha, sua neta e sua bisneta, ainda um bebê. Com elas, a neta mais velha e a neta mais nova dessa mulher. Muitas histórias e muitas vidas em forma de palavras. E eu sou uma delas.
Segundo o olhar de Roseane às 21h09
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Quem gosta de plágio?
Correndo o risco de transformar esse blog em um serviço de utilidade pública, vou cair na tentação de contar uma história que já faz parte do mundo dos tradutores e que muita gente não conhece, inclusive alguns tradutores. E é de interesse não só dos profissionais da área, mas de muita gente que aprecia o conhecimento e que gosta de ler bons livros.
A Denise Bottmann é uma tradutora que, depois de perceber que coisa errada vinha acontecendo, criou um blog: http://naogostodeplagio.blogspot.com. Como funciona o plágio que nem a Denise nem ninguém gosta? Assim: Algumas editoras lançam livros considerados clássicos, aqueles cujos direitos autorais já caíram em domínio público. O texto original está em domínio público, a tradução não, o que significa que a editora precisa pagar um tradutor para fazer a tradução, um revisor para revisar o texto e um editor gráfico para fazer uma capinha legal. A editora é uma empresa que quer ter seu lucro, claro, mas para economizar na produção do livro acaba por aprontar com seus futuros clientes e leitores porque se aproveita de traduções antigas ou de outros países que falam português e fazem apenas uma adaptação de leve nos textos para a publicação e colocam nomes fictícios como tradutores. É uma vergonha. É um ultraje. Mas, parece, a prática é bastante comum.
A Denise, que eu nem conheço, denunciou alguns casos com exemplos fortes, que me convenceram e convenceram muitas pessoas. Um dos casos mais recentes foi o da Editora Landmark, que, não contente em ver seu nome ligado a uma atividade desonrosa como essa, resolveu processar a autora do blog, pedindo, inclusive que o blog dela seja tirado da internet. Bom, mexeu com blog, mexeu comigo.
Há várias menções do fato em veículos de informação diferentes, inclusive em jornais de circulação nacional e em boletins de editoras que parecem ser mais sérias e competentes. Não vou ficar linkando aqui porque o Santo Google pode atender as preces dos interessados com muito mais eficácia e rapidez do que eu. O que eu gostaria de divulgar e pedir a assinatura do prezado leitor desse humilde blog é o Manifesto de Apoio a Denise Bottmann, que está na rede no link http://ow.ly/1cNty. Dá pra saber um pouco mais sobre o caso e para dar apoio informal a uma prática infeliz que fere leis e ofende a cultura tão rica de um país como o Brasil.
Brigar dentro dos limites da lei e com base em fatos é uma coisa. Remoção de blog da internet é falta de percepção de mundo. Eu não gosto nem de plágio, nem de ditadura.
Segundo o olhar de Roseane às 16h42
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O segredo dos seus olhos
Eu gosto do cinema argentino, nem tento negar e acho que todo mundo sabe. Vi El secreto de sus ojos, de Juan José Campanella, que faz uma parceria mais do que vencedora com o Ricardo Darín, como sempre exato no papel. Por falar em vencedor, o filme concorre ao Oscar no próximo domingo.
Eles, os argentinos, não só o Campanella e o Darín, sabem contar histórias que poderiam acontecer com qualquer pessoa com uma criatividade ímpar, uma sensibilidade rigorosa e fazem uns filmes fantásticos. A diferença do cinema brasileiro para o cinema argentino, é que os filmes brasileiros se baseiam nas tragédias sociais para contar histórias e os filmes argentinos contam histórias humanas com os eventos das tragédias sociais de fundo. (Crédito da definição para a conclusão de uma conversa com o Eduardo). O segredo dos seus olhos é um exemplo perfeito disso. Todas as críticas que li na internet, antes e depois de ver o filme, dizem que o filme usa uma mistura de gêneros que poderia dar muito errado nas mãos de outras pessoas, mas o Campanella acertou nas doses. O filme tem investigação policial, tem crime, tem amor, tem amizade, tem tragédias, tem ditadura repressora, tem volta ao passado, obsessões e tem um final tão eficiente que me deixou de boca aberta. Fiquei encantada e não me surpreendeu nada a indicação para o Oscar, merece estar ali sem a menor sombra de dúvida: o filme é muito bom!
Destaque especial para a maquiagem da Soledad Villamil mais velha, é muito sutil, é muito boa; para a atuação do Guillermo Francella como Sandoval, que rouba praticamente todas as cenas em que aparece; e para a tomada do jogo do Racing que é brilhante, fantástica.
Eu assisti porque o Guillermo trouxe o DVD da Argentina e fez a gentileza de esperar nossos encontros e desencontros e as minhas viagens para vermos o filme. Mesmo que você não tenha companhia ou DVD original (chiquérrimo!), mesmo que você não ligue a mínima para o Oscar ou pra cinema, vale a pena investir seu tempo nesse filme. Recomendo muitíssimo: Vai lá!
Segundo o olhar de Roseane às 23h30
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Reencontro
Quando a avó da gente, a única viva dos quatro avós, adoece, a gente vem vê-la, certo? Certo. Mesmo que ela esteja meio esquecidinha das coisas, certo? Certo. Mas eu, pelo jeito, deveria ter vindo antes. Cheguei a essa conclusão pelo diálogo a seguir, que tive com a Dona Toti, ontem:
- Oi, vó, tudo bem?
- Tô indo, minha filha, tô indo... Mas onde você estava?
- Eu cheguei hoje, vó, agorinha mesmo.
- Ah, eu bem que vi que você não tava por aqui no meio da turma.
Me restou dar um sorriso amarelo e um abração no restinho dela que está encolhido na cama.
Segundo o olhar de Roseane às 16h48
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Fantasias sendo preparadas para um futuro próximo.
Esperanças aquecendo o coração de muita gente.
Está começando a folia aí pelo mundo afora.
Tantas cores lá fora!
Segundo o olhar de Roseane às 23h29
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Herrar é umano
A gente sempre esquece um acento, coloca uma letra no lugar errado ou os dedos ficam mais rápidos do que o cérebro e quando vê, já foi. Então, com vocês, meus erros de digitação preferidos: "Reino Único" em lugar de "Reino Unido" É só uma troca do C pelo D, eu sei. Mas como o Word acentua automaticamente, fica muito engraçado. "Estamos Unidos da América" em lugar de "Estados Unidos da América" Estamos? Estamos mesmo? Hummmm... "al longo" em lugar de "ao longo" Deve ser a cabeça querendo falar espanhol, é muito comum eu fazer isso. "tão como" em lugar de "tal como" Dedos ágeis mais acostumados a digitar A + O do que A + L. "pe" em lugar de "é" O acento é pertinho do P, aí eu vou rapidinho e dá nisso. "bando de dados" em lugar de "banco de dados" Fico imaginando os dados todos amontoados em um canto de uma sala. Erro bem comum, sempre faço, sempre fiz e descobri até que é um clássico entre os tradutores. Todo mundo cometeu essa infração pelo menos uma vez na vida. Pelo menos não sou a única. Ufa!
Segundo o olhar de Roseane às 23h58
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Em defesa do cafezinho nosso de cada dia
Não gosto quando me falam que preciso parar de tomar café. Nada contra quem prefere chá, suco ou um leitinho. Mas talvez por uma tradição bem simples eu gosto de tomar uma xícara de café pela manhã. E em pelo menos 300 dias por ano é o único contato do dia que tenho com a bebida quentinha, nos outros 65 pode ser que eu tome outra xícara. E não vejo nada demais em ele ser estimulante. Aliás, exatamente por ser estimulante é que é bom para ser tomado de manhã, depois de acordar. É uma maneira de despertar mesmo. Aí vem alguém dizer que vicia. Ok, pode ser. Mas eu tenho tão poucos vícios na vida, que preciso de pelo menos esse pra me sentir humana. Se for o caso de seguir o raciocínio das propriedades agressivas da bebida, acredito que eu também deveria abolir alface, que causa sonolência, e maracujá, que acalma a ponto de causar sonolência. É usar com moderação, é só uma questão de bom senso porque absolutamente tudo em excesso é prejudicial. E para mostrar que acredito na minha teoria, não vou propor um brinde de café nesse horário já avançado para não prejudicar o sono de ninguém. Agora é hora do suco de maracujá. Ao café, brindaremos amanhã pela manhã. Combinado?
Segundo o olhar de Roseane às 23h47
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Papo sério
A Dani é uma tradutora com quem trabalhei um bom tempo e com quem dividi altos papos na hora do café e do almoço. Eu, inclusive, acompanhei a gravidez dela, fui até no chá de bebê. A Ana Luísa, a bebê do chá, nasceu com um probleminha no coração que a fez passar por uma série de cirurgias delicadíssimas quando tinha 3 anos. Depois disso, a Dani passou a militar em prol da divulgação da causa, para alertar pais de portadores de cardiopatias congênitas e ajudá-los também nos momentos complicados que o problema acarreta.
Bom, vai daí que recebi hoje um e-mail da Dani com a solicitação de assinatura de um abaixo-assinado para a criação do Dia de Conscientização da Cardiopatia Congênita e me sinto praticamente na obrigação de divulgar. No site http://www.pequenoscoracoes.com tem explicações, mensagens, dicas, links e histórias, inclusive a da Ana Luísa, tudo sobre o problema. No link http://www.abaixoassinado.org/assinaturas/abaixoassinado/5607/1, está o abaixo-assinado, com o texto explicativo, para que o dia 12 de junho seja considerado o Dia de Conscientização da Cardiopatia Congênita. Para assinar, não basta apenas visualizar o site, é necessário clicar em "Assinar" na parte de baixo da tela e colocar seu nome completo, e-mail (que pode ou não ficar visível) e RG. Não é necessário preencher os outros campos, como endereço e título de eleitor. Eles precisam de pelo menos 1000 assinaturas e a minha já está lá. Coloque a sua também, não custa nada. A causa é justa e bela, merece sua atenção.
Segundo o olhar de Roseane às 21h21
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Naturalidade
De onde vem a frustração? Como explicar para si mesmo que aquilo que você quer não vai acontecer ou vai demorar mais do que o esperado para acontecer? Deve ser de uma sementinha jogada e não plantada, que não recebeu água, que não recebeu cuidados, que não foi sequer observada, mas que teimou em nascer.
A decepção que acaba com um dia é a mesma que leva a atos extremos em outro dia qualquer? As circunstâncias dão o tom e as nuances para cada pensamento destrutivo que chega depois de uma facada em seu coração não-literal? As lágrimas explicam. Já a apatia, bom, difícil convencer que o nada leve a alguma coisa.
Segundo o olhar de Roseane às 23h50
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Boquinha calada
Não quero falar sobre o que preciso falar.
Não posso falar tudo o que quero falar.
Não tenho palavras para dizer tudo o que sinto.
Não quero falar de menos e nem demais.
Por questões de adaptações, vou só ouvir, então.
Segundo o olhar de Roseane às 23h43
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Procuro um amor
Eu procuro um amor que ainda não encontrei
Diferente de todos que amei
Nos seus olhos quero descobrir uma razão para viver
E as feridas dessa vida eu quero esquecer
Pode ser que eu a encontre numa fila de cinema
Numa esquina ou numa mesa de bar
Procuro um amor que seja bom pra mim
Vou procurar, eu vou até o fim
E eu vou tratá-la bem, pra que ela não tenha medo
Quando começar a conhecer os meus segredos
Eu procuro um amor, uma razão para viver
E as feridas dessa vida eu quero esquecer
Pode ser que eu gagueje, sem saber o que falar
Mas eu disfarço e não saio sem ela de lá
Procuro um amor que seja bom pra mim
Vou procurar, eu vou até o fim
E eu vou tratá-la bem, pra que ela não tenha medo
Quando começar a conhecer os meus segredos
(Frejat)
Segundo o olhar de Roseane às 16h50
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Dez coisas pelas quais vale a pena viver
1 - Chocolate
2 - Bolero de Ravel
3 - Brincar com o sobrinho, dançar com o sobrinho, cantar com o sobrinho, conversar com o sobrinho
4 - O mar
5 - Livros de mulherzinha
6 - Cataratas do Iguaçu
7- Telas do Monet
8- Kamchatka, o filme
9 - Show do Ricky Martin
10 - Ter um blog
Segundo o olhar de Roseane às 23h39
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